CVM e TCU fecham acordo de cooperação técnica na área de dados

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Tribunal de Contas da União (TCU) divulgaram, no dia 7 de abril, o acordo de cooperação técnica que tem por objetivo realizar o intercâmbio de conhecimentos, informações e bases de dados entre as instituições.

O acordo atende a uma das prioridades listadas pela CVM em seu planejamento estratégico, que destaca a atuação coordenada com instituições públicas e privadas como forma de aperfeiçoar seus processos de supervisão e sanção.

Em contrapartida ao acesso à base de dados do TCU, a CVM repassará periodicamente à Corte de Contas informações estruturadas contendo dados referentes aos participantes do mercado de valores mobiliários. Esses dados integrarão o repositório de informações que o tribunal dispõe para subsidiar o exercício das atividades de controle externo.

Confira as bases de dados a serem trabalhadas pela CVM no intercâmbio com o TCU:

  • Acionistas relevantes de companhias abertas brasileiras;
  • Relação de partes relacionadas de companhias abertas;
  • Relação dos administradores de companhias abertas brasileiras, incluindo membros de diretoria, conselho de administração e conselho fiscal, e remuneração média;
  • Relação dos fundos de investimento brasileiros;
  • Cadastro de participantes do mercado envolvidos no registro e comercialização dos títulos e valores mobiliários (administradores de carteira, analistas de valores mobiliários, auditores independentes, corretoras e distribuidoras, bancos de investimentos, bancos múltiplos com carteiras de investimentos, agentes autônomos de investimentos, consultores de valores mobiliários e investidores não residentes).

Saiba Mais

>> Veja a notícia completa no site da CVM

>> Acesse a íntegra do Acordo de Cooperação Técnica entre CVM e TCU

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Bolsa apresenta nova proposta de regulamentos para Novo Mercado

A BM&FBOVESPA apresentou uma nova proposta de regulamentos para os Segmentos Especiais (Novo Mercado e Nível 2), iniciando a segunda fase do processo de evolução dos segmentos que reúnem companhias com as mais elevadas práticas de governanças corporativa da Bolsa. Depois do fim da primeira fase, quando agentes de mercado, companhias abertas, investidores locais e […]